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Me sinto exaustivamente bem, toda vez que releio Orgulho e Preconceito. Um romance capaz de ser doce e ingênuo, e se não o bastante, fomenta reflexões sobre o estigma das diferenças sociais. Pois é… Esse é o fenômeno literário chamado Jane Austen.

Publicado lá em 1913, e que pode ser caraterizado como romance de costumes – dedicado especialmente a tecer críticas aos hábitos praticados no âmbito da sociedade. Frequentemente representado por mulheres (tanto autoras como protogonistas).

Época na qual, eu e Você sabemos que as damas em questão, sequer eram donas de suas vontades, quiçá, casar-se quando e com quem desejassem. Eis que desponta nossa protagonista: Elizabeth Bennet – simbolizada principalmente por sua coragem e inteligência. Diferente de suas irmãs, que seguem incontrolavelmente em busca de “um bom partido”, bailes e fofocas.

Nesse ínterim, Elizabeth conhece o aristocrata Fitzwilliam Darcy – Mr. Darcy para os mais chegados. Que aos poucos começa a se interessar por ela. Entretanto, porém, todavia… Ela o julga arrogante e orgulhoso, de um comportamento desprezível e ofensivo (♥ apesar do sentimento ser recíproco ♥). E fogo cruzado para ambas as partes: amor x crenças / orgulho. 

Austen enfatiza convicções, modos e estruturas sociais. Faz de sua protagonista uma heroína. Usando metáforas, diálogos vívidos,  concisos e intensos. Realçando com sutileza, o melhor de cada um de seus personagens. Por essas e outras que o romance se tornou um clássico, com grande número de adaptações de temas e personagens, construídos pela autora.

 

 

ORGULHO_E_PRECONCEITO_1379450815B ORGULHO E PRECONCEITO | RESENHA
  • Livro: Orgulho e Preconceito
  • Autora: Jane Austen
  • Nº de Páginas:  400